Descubra quais são as principais matérias-primas das tintas

Materia prima da tinta

As tintas mais conhecidas dos consumidores são as voltadas para a pintura de paredes. Porém, há tintas industriais específicas para cada situação. Vamos entender que tipo de tinta é mais apropriado para cada caso, e que benefícios que elas podem proporcionar, além de embelezar as superfícies.

A matérias-primas das tintas

As matérias-primas utilizadas nas tintas visam a aumentar a aderência, resistência e durabilidade quando exposta às ações naturais.

As emulsões e resinas presentes nas tintas são conhecidas como “veículos”, e são responsáveis por mudar a tinta para o estado líquido.

Os pigmentos, por sua vez, não devem ser solúveis, pois isto impediria que dessem cor à tinta.

O solvente é adicionado para aumentar a diluição da tinta e diminuir o tempo de secagem.

Todos esses componentes são fundamentais na matéria-prima de uma tinta de qualidade.

Tipos de tintas industriais

A identificação nas ruas não serve apenas para sinalizar algo para os motoristas e pedestres, mas também para proteger o asfalto. A tinta de demarcação ou tinta rodoviária precisa ser altamente resistente para que não se desgaste rapidamente devido ao grande fluxo de movimentação.

Há também a tinta alquídica, que normalmente é fornecida junto com a pasta de alumínio e sofre o processo de “cura por oxidação”, em que a secagem da resina ocorre devido aos óleos e o contato com oxigênio. É ideal para o setor automobilístico, pois protege a carroceria.

Através da aplicação de um revestimento orgânico ou inorgânico, as tintas anticorrosivas criam uma película que aumentam a proteção do produto.

A empresa chinesa Yuen Liang fabrica tintas alquídicas compatíveis com resinas hidrocarbônicas, e são obtidas através da reação entre poliácidos e poliálcoois, que dão origem a um poliéster.

A tinta epóxi possui agentes que garantem uma proteção por inibição anódica, por proteção catódica ou passivação. Esses componentes tornam a película mais resistente ao calor e aumentam a dureza, porém, a exposição à radiação solar pode desgastar o material rapidamente, provocando a perda da cor e brilho.

Essa camada criada pela tinta também protege a carroceria do automóvel contra ferrugem, por isso as tintas poliuretana, de silicone, alumínio e fenólicas são classificadas como tintas anticorrosivas.  

Já a tinta de alumínio, é composta de uma resina de base que contém flocos de alumínio. A resina melhora o fluxo da tinta, aumentando sua resistência e durabilidade.

A primeira impressão é que essa tinta só pode ser utilizada para metais, porém ela também é utilizada para proteger madeiras e alvenarias. Além de restaurar a aparência de peças enferrujadas, é ideal para trabalhar com produtos químicos e lubrificantes em geral.

Com ela também é possível pintar mobílias, paredes internas, revestir objetos de alumínio etc. A tinta de alumínio do tipo leafing possui micropartículas de metal, que, após a sua aplicação, formam uma pequena camada que protege o substrato.

O pigmento leafing é utilizado em tintas para impressão e pintura de máquinas, pois garantem alto brilho e facilidade de formular tons prateados.

As tintas gráficas talvez sejam as mais comuns no mercado e estão presentes em cartuchos de impressora, tintas para camisetas, banners, estampas etc.

O mercado criou a tinta industrial como uma solução para cada tipo de aplicação, e, com o avanço da tecnologia, hoje existem empresas que conseguem criar a tinta da cor que o cliente desejar, basta informar as cores primárias da mistura ou levar uma amostra da cor que será copiada.

Desta forma, podemos compreender que a relação da tinta com o produto vai muito além da estética, pois ela garante proteção ao produto e maior durabilidade. Continue acompanhando nosso blog e conheça outras aplicações para as resinas.

Share

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *